Mais de 7 mil pessoas perderam a vida para as leucemias em 2020 no Brasil. Os números estão no levantamento do Instituto Nacional do Câncer, que apontam para uma tendência preocupante: 10 mil casos novos de leucemia devem ser registrados no país até 2022, com maior incidência no público masculino – estima-se que surjam 5.920 casos em homens e outros 4.890 em mulheres.

“A leucemia é uma doença que começa na medula óssea, onde são produzidas as células sanguíneas e onde acontece a produção dos glóbulos (vermelho e branco) e as plaquetas. Ela não escolhe sexo. Não escolhe idade. Por isso, é tão importante priorizar uma rotina de cuidados contínuos com a saúde, porque quanto antes diagnosticados os casos, maiores as chances de sucesso do tratamento”, detalha a médica hematologista e gestora do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica, Maria do Carmo Favarin.

Hoje, existem 4 tipos de leucemia: a Leucemia mieloide aguda, a Leucemia mieloide crônica a Leucemia linfoblástica aguda e a Leucemia linfocítica crônica. A especialista detalha ainda que a doença tem origem ainda desconhecida, mas sabemos que é provocada a partir de uma mutação genética que acomete a célula sanguínea localizada na medula do paciente. É quando esta célula se transforma em uma célula cancerígena, que passa a se multiplicar muito rapidamente destruindo e ocupando o lugar das células saudáveis”.

Além disso, a médica explica ainda que mesmo sem causas específicas comprovadas, é possível ranquear alguns fatores de maior exposição às leucemias. Segundo a médica, os mais recentes estudos clínicos destacam a radiação ionizante (provenientes de radioterapia), quimioterapia e o benzeno (encontrado na gasolina e largamente usado na indústria química) como fatores ambientais associados à leucemia aguda.
A importância do diagnóstico precoce
O aumento de células defeituosas na medula óssea do paciente é responsável pela redução de glóbulos vermelhos, provocando a anemia e os sintomas comuns como cansaço, falta de ar, dor de cabeça e batimentos cardíacos acelerados. A especialista detalha também que com a queda na produção de glóbulos brancos, a imunidade baixa e expõe o organismo às infecções. Com a redução das plaquetas o paciente pode ter sangramentos e manchas roxas na pele.
Uma estratégia aplicada para a detecção precoce do câncer é diagnosticar o tumor ainda em fase inicial, por meio de exames clínicos, laboratoriais. “Por isso a importância em realizar exames periódicos, mesmo sem apresentar nenhum sintoma. É esta preocupação com a saúde e o diagnóstico precoce que nos permite conquistar os melhores resultados junto aos nossos pacientes, principalmente em oncologia”.

Com um portfólio que conta com mais de 3.500 testes, exames e vacinas, o Grupo Sabin oferece os exames de imagem e laboratoriais, até mesmo os mais complexos, como biologia molecular e citometria de fluxo, considerados essenciais para definição de prognóstico e é mais um dos recursos para definir os rumos do tratamento.

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